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Área de atuação

Câncer gastrointestinal no Rio de Janeiro

Os tumores gastrointestinais formam um grupo de doenças que podem acometer diferentes órgãos do sistema digestivo e, por isso, não seguem uma única forma de investigação ou tratamento.

A Dra. Fernanda Telles acompanha pacientes adultos com diagnóstico ou suspeita de câncer gastrointestinal, integrando exames, biópsias, estadiamento, tratamentos sistêmicos e avaliações com outros especialistas ao longo do cuidado.

Atendimento presencial em sete unidades no Rio de Janeiro e por telemedicina quando adequada ao caso.

Dra. Fernanda Telles · Médica oncologista clínica · CRM-RJ 990876 · RQE 34726

Ilustração em linha contínua do sistema digestivo em verde sálvia e dourado

O que são tumores gastrointestinais?

“Câncer gastrointestinal” é uma expressão ampla. Ela reúne diferentes tipos de câncer que se originam em órgãos do aparelho digestivo.

Entre eles estão tumores do esôfago, estômago, cólon e reto, pâncreas, fígado, vias biliares e outras estruturas relacionadas ao sistema gastrointestinal. O National Cancer Institute também inclui, dentro desse grupo, tumores do canal anal, vesícula biliar, apêndice e alguns tumores neuroendócrinos e estromais.

Essa diversidade é importante porque um câncer de cólon não é tratado da mesma forma que um câncer de estômago, pâncreas ou vias biliares.

A investigação, os exames necessários, a possibilidade de cirurgia e a indicação de tratamentos sistêmicos variam de acordo com o órgão de origem, o subtipo do tumor, o estágio da doença e as condições clínicas de cada paciente.

A atuação da Dra. Fernanda inclui justamente tumores do aparelho gastrointestinal como uma de suas áreas prioritárias em oncologia clínica.

Quais tipos de câncer fazem parte dessa área?

Dentro da oncologia gastrointestinal podem ser avaliados diferentes diagnósticos, entre eles:

câncer de esôfago;

câncer de estômago;

câncer de cólon e reto;

câncer de pâncreas;

câncer de fígado;

câncer de vesícula e vias biliares;

outros tumores do trato gastrointestinal.

Apesar de estarem agrupados na mesma área, cada um desses diagnósticos possui características próprias.

Por isso, o planejamento começa pela identificação correta da origem e do tipo do tumor, seguida da avaliação de sua extensão e das informações que possam interferir na escolha do tratamento.

Como é feita a avaliação de um câncer gastrointestinal?

A investigação depende do órgão envolvido e de como a alteração foi identificada.

Alguns pacientes chegam ao oncologista depois de uma endoscopia, colonoscopia ou exame de imagem. Outros já possuem resultado de biópsia e procuram atendimento para compreender o diagnóstico e definir os próximos passos.

Durante essa etapa, podem ser analisados:

laudo anatomopatológico da biópsia;

exames de imagem;

endoscopia ou colonoscopia, quando realizadas;

extensão da doença;

exames laboratoriais;

características específicas do tumor;

tratamentos ou cirurgias já realizados.

Nem todos esses exames são necessários em todos os casos.

A Dra. Fernanda não realiza os procedimentos diagnósticos. Como oncologista clínica, revisa as informações disponíveis, identifica o que ainda precisa ser esclarecido e coordena as avaliações necessárias com os profissionais responsáveis por cada procedimento. Essa integração é parte central do modelo de atendimento.

O estágio da doença influencia a escolha do tratamento

Depois de confirmar o diagnóstico, é necessário compreender a extensão da doença.

Esse processo, chamado de estadiamento, ajuda a definir se o tumor está restrito ao órgão de origem, se atingiu estruturas próximas ou se existem áreas de doença à distância.

Essa informação pode mudar significativamente o planejamento.

Em alguns casos, a cirurgia ocupa papel central. Em outros, o tratamento pode envolver quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou terapias direcionadas a características específicas do tumor, antes ou depois da cirurgia ou como principal abordagem terapêutica.

Por isso, a estratégia não é definida apenas pelo nome do câncer.

Cirurgia e tratamento oncológico podem fazer parte da mesma estratégia

Uma das dúvidas mais comuns após o diagnóstico é entender por que podem ser necessários medicamentos mesmo quando existe indicação de cirurgia.

Isso acontece porque os tratamentos têm objetivos diferentes e podem ser combinados em diferentes sequências.

Em algumas situações, o tratamento sistêmico é realizado antes da cirurgia. Em outras, é indicado depois do procedimento. Há ainda casos nos quais cirurgia não é a primeira opção ou não faz parte da estratégia naquele momento.

A decisão depende do tipo de tumor, do estágio, do risco de recorrência, das características biológicas da doença e das condições individuais do paciente.

Na prática, isso torna importante discutir o caso de maneira integrada antes de assumir que uma única modalidade de tratamento resolverá todas as etapas.

Tratamentos sistêmicos nos tumores gastrointestinais

A Dra. Fernanda realiza indicação, prescrição e acompanhamento de tratamentos sistêmicos quando eles fazem parte da estratégia oncológica. Isso inclui quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo e outros tratamentos clínicos do câncer, quando indicados.

Quimioterapia

A quimioterapia pode ser utilizada em diferentes tumores gastrointestinais e em diferentes fases do tratamento.

Dependendo do diagnóstico, pode ser indicada antes ou depois de uma cirurgia, associada à radioterapia ou utilizada no tratamento de doença avançada.

Durante o acompanhamento, a oncologista avalia resposta ao tratamento, exames de controle e possíveis efeitos adversos.

Imunoterapia

A imunoterapia faz parte do tratamento de determinados tumores gastrointestinais, mas não é indicada indistintamente para todos os pacientes.

A decisão pode depender do local de origem da doença, estágio, tratamentos anteriores e características identificadas em exames do tumor.

Terapia-alvo

Alguns tumores apresentam alterações ou proteínas que podem ser utilizadas para orientar tratamentos específicos.

No câncer de estômago, por exemplo, biomarcadores como HER2, PD-L1 e alterações relacionadas à instabilidade de microssatélites podem contribuir para a escolha de determinadas terapias em contextos específicos.

O tipo de análise necessária muda conforme o diagnóstico. Por isso, resultados moleculares não devem ser interpretados isoladamente nem extrapolados de um tipo de câncer para outro.

Biomarcadores podem ajudar a individualizar o tratamento

A anatomia patológica informa qual tumor está presente, mas, em alguns diagnósticos, outras características também podem ser importantes.

Testes realizados no tecido tumoral podem identificar proteínas, alterações genéticas ou outros biomarcadores associados à resposta a tratamentos específicos.

Isso não significa que todo paciente com câncer gastrointestinal precisará dos mesmos testes.

A necessidade de investigação molecular depende do órgão de origem, do subtipo da doença, do estágio e da decisão clínica que precisa ser tomada naquele momento.

Quando esses exames são relevantes, a Dra. Fernanda integra os resultados ao restante do caso para discutir as possibilidades terapêuticas.

A importância da coordenação entre diferentes especialistas

O tratamento dos tumores gastrointestinais pode envolver oncologista clínico, cirurgião, gastroenterologista, endoscopista, radioterapeuta, patologista, radiologista e outros profissionais.

O INCA descreve o cuidado dos tumores do trato gastrointestinal como uma assistência integrada entre diferentes áreas, incluindo etapas de diagnóstico, tratamento, período perioperatório e cuidados oncológicos.

A participação de vários especialistas é esperada. O desafio é evitar que as decisões ocorram de maneira desconectada.

Quando há necessidade de cirurgia, radioterapia, novo procedimento diagnóstico ou avaliação complementar, a Dra. Fernanda pode encaminhar o paciente ao profissional adequado e continuar acompanhando o caso.

Os resultados são então incorporados às decisões seguintes, mantendo uma visão global do tratamento.

Quando procurar um oncologista por suspeita de câncer gastrointestinal?

A consulta pode ser realizada tanto durante uma investigação quanto após a confirmação do diagnóstico.

Algumas situações incluem:

biópsia com suspeita ou confirmação de câncer;

alteração relevante em endoscopia ou colonoscopia;

massa ou lesão identificada em exame de imagem;

diagnóstico confirmado e necessidade de definir estadiamento;

dúvida sobre cirurgia ou tratamento com medicamentos;

necessidade de segunda opinião;

tratamento já em andamento;

necessidade de integrar avaliações de diferentes especialistas.

Alguns sintomas também podem levar a uma investigação, como sangramento digestivo, alteração persistente do funcionamento intestinal, dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação ou dor persistente.

Esses sinais podem ocorrer em diversas condições que não são câncer. A presença de um sintoma isolado não permite concluir o diagnóstico; sintomas novos, persistentes ou progressivos devem ser avaliados no contexto clínico. Por isso, evite tirar conclusões sozinho a partir desses sinais e procure avaliação médica.

Câncer colorretal, gástrico e de pâncreas exigem estratégias diferentes

Agrupar esses diagnósticos em uma mesma área ajuda a organizar o cuidado, mas não significa tratá-los como se fossem equivalentes.

No câncer colorretal, por exemplo, a localização no cólon ou no reto pode interferir na estratégia, e cirurgia, quimioterapia e radioterapia podem assumir papéis diferentes conforme o caso.

No câncer gástrico, informações do anatomopatológico e alguns biomarcadores podem ser relevantes para a definição do tratamento.

Já tumores pancreáticos possuem características próprias de investigação, ressecabilidade e tratamento sistêmico.

Por isso, a consulta procura responder primeiro a uma pergunta essencial: qual é exatamente o diagnóstico e em que contexto clínico ele está sendo tratado?

A partir daí, torna-se possível organizar as decisões seguintes.

Segunda opinião em câncer gastrointestinal

A segunda opinião pode ser útil quando há dúvidas sobre diagnóstico, estágio, possibilidade de cirurgia, indicação de quimioterapia ou outra modalidade de tratamento.

A avaliação pode envolver revisão de:

anatomopatológico;

exames de imagem;

endoscopias ou outros procedimentos já realizados;

estadiamento;

testes moleculares;

estratégia terapêutica proposta.

Buscar uma segunda opinião não significa necessariamente trocar a equipe que já acompanha o paciente.

O objetivo pode ser confirmar um plano, discutir possibilidades ou compreender melhor por que determinada sequência de tratamento está sendo recomendada.

Como funciona a consulta com a Dra. Fernanda Telles

Sempre que possível, exames, laudos, biópsias e relatórios médicos podem ser enviados antes da consulta.

Não é preciso esperar que toda a investigação esteja concluída para agendar.

Durante o atendimento, a Dra. Fernanda revisa o histórico clínico, sintomas, tratamentos anteriores, medicamentos em uso, antecedentes e os exames disponíveis.

A partir daí, explica o que já é possível concluir e quais pontos ainda precisam ser esclarecidos.

Quando necessário, podem ser organizados novos exames, revisão de biópsia, testes moleculares ou avaliação com outros especialistas.

O paciente pode participar da consulta acompanhado por um familiar ou pessoa de confiança. Após o encontro, recebe um resumo com os principais pontos discutidos, orientações e próximos passos.

Dra. Fernanda Telles e a atuação em tumores gastrointestinais

Dra. Fernanda Telles é médica oncologista clínica, com formação especializada em Oncologia Clínica pelo Instituto Nacional de Câncer — INCA, concluída em 2019.

Atua no cuidado de pacientes oncológicos desde 2016 e possui MBA em Gestão de Saúde pela Fundação Getulio Vargas — FGV.

Sua trajetória inclui experiência no diagnóstico, planejamento e tratamento de diferentes tumores sólidos, com atuação especialmente dedicada aos tumores do aparelho gastrointestinal, câncer de pulmão e tumores do sistema nervoso central.

Atualmente integra a Oncologia D'Or, no Rio de Janeiro, e mantém atualização científica por meio de congressos, discussões multidisciplinares, educação médica e produção científica.

Atendimento para câncer gastrointestinal no Rio de Janeiro

O atendimento presencial da Dra. Fernanda Telles é realizado em sete unidades, em diferentes regiões do Rio de Janeiro:

Oncologia Quinta D'Or — Rua Almirante Baltazar, 467, Centro Médico I, 1º andar, São Cristóvão, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Tijuca — Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto, 105, Loja A, Tijuca, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Botafogo — Rua Sorocaba, 654, Botafogo, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or São Vicente Centro Médico — Rua Marquês de São Vicente, 52, Shopping da Gávea, 4º andar, Gávea, Rio de Janeiro — RJ

Oncologia D'Or Barra (Le Monde) — Avenida das Américas, 3500, Loja A, Edifício Londres, Bloco 1, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro — RJ

Glória D'Or Centro Médico — Rua Santo Amaro, 80, 6º andar, Glória, Rio de Janeiro — RJ, CEP 22211-230

Clínica Elev Ipanema — Rua Visconde de Pirajá, 414, Ipanema, Rio de Janeiro — RJ

Consultas e segunda opinião também podem ser realizadas por telemedicina quando o caso permite acompanhamento à distância.

Dúvidas

Dúvidas frequentes sobre câncer gastrointestinal

Não. O termo reúne diferentes tumores do sistema digestivo, como câncer de esôfago, estômago, cólon, reto, pâncreas, fígado e vias biliares, entre outros. Cada diagnóstico possui características e estratégias próprias.

Agende uma consulta para avaliação de câncer gastrointestinal

Diante de uma suspeita, diagnóstico confirmado ou tratamento já proposto, a consulta pode ajudar a reunir as informações disponíveis e organizar as decisões que precisam ser tomadas a seguir.

Atendimento presencial em sete unidades no Rio de Janeiro e por telemedicina quando adequada ao caso.